technik Options

Wanna play?

Customize the header!

Test Vertical Rhythm?

EMP Engenharia

Notícias

Notícias (6)

Como funciona a rede de Saneamento Básico

Iniciadas obras da ETE em Nanuque


Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) iniciou as obras do sistema de esgotamento sanitário de Nanuque, que inclui a construção de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e a conquista de um novo patamar para a qualidade de vida da população local. Na primeira etapa, que deve estar concluída em dezembro de 2014, 50% de todo o esgoto coletado na cidade será tratado e devolvido à natureza sem riscos de contaminação.

Após ser coletado nas residências, o esgoto será recolhido nos domicílios e transportado por meio de encanamentos (redes coletoras), interceptores e emissários. Ao chegar à ETE, o esgoto passará por grades que impedirão a passagem de todos os materiais grosseiros, como, por exemplo, pedaços de pano, madeiras, latas e plásticos. Em seguida, irá para canais onde será retirada toda a areia nele contida, por meio de um processo de decantação por força da gravidade. Livre deste tipo de material, o esgoto será conduzido a instalações denominadas reatores anaeróbicos, onde bactérias vão decompor a matéria orgânica, gerando como subprodutos uma parte sólida (lodo secundário), biogás e gás carbônico.

A água resultante do tratamento do esgoto, com um índice de impurezas praticamente inofensivo ao ecossistema, será devolvida ao rio Mucuri e a parte sólida será secada e prensada, para depois ser destinada a um aterro sanitário, onde será naturalmente absorvida pelo meio ambiente, sem riscos de contaminação à natureza. Parte deste material também poderá ser utilizada como adubo orgânico na agricultura, após adequação, ou ser incinerada.

Segundo o técnico-químico de produção de água e esgoto do Distrito do Mucuri da Copasa, Francisco Ferreira, após sua conclusão a ETE de Nanuque vai tratar 92% do esgoto que seria lançado nas águas do Rio Mucuri, diminuindo consideravelmente o índice de contaminação do leito do rio, contribuindo para o equilíbrio ambiental e trazendo maior qualidade de vida à população. “Este tipo de obra é fundamental para a preservação do meio ambiente e nós estamos trabalhando no sentido de resgatar as águas do Mucuri, devolvendo a vida ao rio”, afirma.

Atualmente, as obras se encontram na fase de execução de terraplanagem e levantamento topográfico da área, nas proximidades da fazenda Cachoeira. Segundo o engenheiro civil Éber Vilas, supervisor das obras, o empreendimento deve gerar cerca de 50 empregos diretos na cidade, com vagas para encarregados, pedreiros, carpinteiros, armadores, calceteiros, serventes e cozinheiras. Também serão gerados empregos e serviços indiretos com locações de imóveis, veículos e equipamentos. Ao todo, estima-se a circulação de aproximadamente R$ 1,5 milhão com criação de empregos diretos e indiretos na cidade, aquecendo a economia local durante o período de execução das obras. “É muito importante percebermos que uma obra do porte da ETE traz benefícios a todos desde o início de sua execução, pois atrai emprego e renda para a cidade e a longo prazo vai possibilitar o desenvolvimento do município como um todo, pois uma cidade saneada atrai novos investimentos”, afirma Éber.

Programa “Água da Gente”

A Copasa completa 50 anos dedicados ao saneamento básico em 2013. E coloca em prática o maior programa de investimento em saneamento básico da história do Governo de Minas Gerais, o “Água da Gente”. Até 2016, serão investidos R$ 4,55 bilhões nas 625 cidades em que a empresa atua, beneficiando 15,2 milhões de mineiros com abastecimento de água e 10,1 milhões com esgotamento sanitário.

Faça a sua parte: cuidados para evitar problemas nas redes de esgoto

De nada adianta o investimento da Copasa em uma moderna Estação de Tratamento de Esgoto se a população não fizer a sua parte. Algumas atitudes simples podem contribuir para o bom funcionamento da rede. Veja abaixo:

• As águas dos esgotos e da chuva não se misturam: nunca faça escoamento da chuva nas redes de esgoto nem na fossa séptica. Isso provoca um aumento excessivo do volume da água, podendo arrebentar as tubulações e causar o retorno do esgoto para a sua casa. O ideal é que a água da chuva tenha uma rede só para ela, a rede pluvial construída pela Prefeitura.

• Coloque sempre o ralo nas pias e tanques: quando estiver arrumando a cozinha, jogue no lixo as cascas de frutas e legumes, restos de verduras, embalagens e sobras de comida. Não se esqueça de colocar o ralo no tanque também.

• Não jogue lixo no vaso sanitário: objetos como tocos de cigarro, papéis, plásticos, absorventes, chicletes e camisinhas podem entupir o vaso e comprometer o funcionamento da rede de esgoto. Use a lixeira.

 

 

 

População atendida pela COPASA MG com serviços de água cresce 3,1%

  

Belo Horizonte, 06 de agosto de 2013 – A COPASA MG – Companhia de Saneamento de Minas Gerais (BMF&BOVESPA: CSMG3) registrou, no segundo trimestre de 2013, um crescimento de 3,1% na população atendida com abastecimento de água, frente ao mesmo período de 2012. Com isso, em junho de 2013, o total de pessoas beneficiadas com o serviço atingiu 14,3 milhões de pessoas.
Em relação ao esgotamento sanitário, o número de habitantes atendidos no segundo trimestre de 2013 foi 5,2% maior do que o observado no segundo trimestre do ano passado, alcançando 9,0 milhões de habitantes.
Em termos consolidados, entre abril e junho de 2013, o volume faturado de água foi de 169,1 milhões de metros cúbicos, o que representa uma elevação de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Quanto aos serviços de esgoto, a COPASA MG registrou uma elevação de 4,9% no volume faturado consolidado, saltando de 105,5 milhões de metros cúbicos no segundo trimestre de 2012 para 110,7 milhões no segundo trimestre deste ano.
Tais elevações nos volumes faturados refletem, principalmente, os incrementos de 3,6% no número de economias de água, que chegou a 4,6 milhões, e de 5,4% nas economias de esgoto respectivamente, que atingiu 3,0 milhões.
No segundo trimestre deste ano, a Companhia investiu R$ 235 milhões, sendo que R$ 96 milhões foram utilizados em sistemas de abastecimento de água e R$ 136 milhões em coleta e tratamento de esgotos.
Com relação aos dados financeiros, a receita líquida de água e esgoto da Controladora alcançou R$ 726 milhões no segundo trimestre deste ano. Já o EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos e depreciações/amortizações) foi de R$ 253 milhões, com margem de 34,1%, enquanto o lucro líquido totalizou R$ 76 milhões.

Expansão das atividades

No segundo trimestre de 2013, a COPASA MG começou a operação do sistema de esgotamento sanitário em cinco municípios: Sabará, São Gonçalo do Abaeté, Capim Branco, Icaraí de Minas e Jaboticatubas, com população urbana conjunta de aproximadamente 150 mil habitantes.
Ainda entre abril e junho de 2013, a subsidiária COPANOR iniciou a operação de esgotamento sanitário nas cidades de Novo Oriente de Minas, Pavão, Rio do Prado e José Gonçalves de Minas, que em conjunto possuem aproximadamente 13 mil habitantes.
A teleconferência de resultados foi realizada dia 07 de Agosto de 2013 (quarta-feira), 15h00 (horário de Brasília).
As principais atividades da Copasa compreendem o planejamento, a elaboração e execução de projetos, a ampliação e a exploração de serviços de saneamento. Adicionalmente, a Companhia conduz atividades de cooperação técnica em diversos municípios mineiros, inclusive naqueles em que não possui concessões. A Copasa concentra sua atuação no Estado de Minas Gerais, o terceiro estado economicamente mais produtivo do País. As ações da Copasa são negociadas desde fevereiro de 2006 no Novo Mercado, segmento máximo de governança corporativa da BM&FBOVESPA – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, sob o código CSMG3.

Africanos luta para deixar de ser “o lixão da Europa”

Enviados comumente do Reino Unido, França e Alemanha, computadores, televisores e celulares inúteis vão se acumulando nos lixões dos países africanos. Algumas vezes esses aparelhos são destinados em forma de doação, mas estão inutilizados e acabam também em lixões, causando problemas ambientais que impactam na vida e na saúde dos africanos.

Para tentar diminuir este problema, 23 nações africanas, membros da Convenção de Bamako, reuniram-se para elaborar um documento no qual exigem da União Europeia que parte de seus países deixe de transformar a África em um grande lixão, informou o site Euractiv.

A destinação inadequada de lixo eletrônico significa expor pessoas aos efeitos de metais pesados, como cádmio, mercúrio, chumbo, cromo e gases tóxicos.

Os líderes das nações africanas solicitam que a UE reforce as leis para punir os países que não realizam a reciclagem necessária de seus produtos e enviam para locais mais vulneráveis.
Em junho de 2012 foi estimado que 45% dos equipamentos produzidos e utilizados na Europa sejam reciclados dentro do território de origem, mas as nações da Convenção de Bamako informam que os eletrônicos e elétricos continuam sendo despejados com a mesma intensidade.

O fato é que dentro das leis que a Europa criou os países que enviam lixo para África ainda estão dentro das leis, pois o prazo para regulamentar o processo é até fevereiro de 2014. A UE também estipula o ano de 2020 para que 85% dos produtos sejam reciclados.

Em Gana, por exemplo, 85% do lixo que chega nos contêineres de produtos elétricos e eletrônicos vêm da Europa e 4% da Ásia, informa relatório da ONU. As autoridades envolvidas na Convenção de Bamako alegam que muitos resíduos ilícitos chegam também como parte de cargas legais para disfarçar e driblar as inspeções alfandegárias.

Fonte: EcoD

 

 

 

Rede de esgoto recebe toneladas de lixo domiciliar

Resíduos sólidos e até uma bateria de veículo encontrados numa estação de tratamento. Na instalação situada no ABC, a Sabesp retira 8 toneladas de lixo por mês, onde deveria existir apenas a água que sai das residências como esgotos.

A TV Bandeirantes divulgou reportagem para alertar as pessoas sobre a má utilização da rede de esgotos. Além de causar entupimentos nas casas, há vazamentos externos e custos de R$ 28 milhões, em média. Com este valor seria possível construir 100 quilômetros de redes coletoras e atender mais 100 mil pessoas.
A orientação é separar o lixo corretamente e reciclar. O mesmo vale para o óleo de fritura que não deve ser despejado em ralos ou vasos sanitários.


Fonte: Sabesp.com

60% da água dos carros-pipa no Ceará é contaminada

Em 151 municípios, população recebe água pela Operação Pipa. Estudo indica que 60% da água distribuída está contaminada

Na Dinamarca cearense, só se chega com carro grande e encarando a poeira que sobe na estrada. Ao contrário do país nórdico, a Dinamarca cearense está longe do mar. A localidade fica a uns 10 km da sede do município de Santa Quitéria, no Sertão. E ali, nestes tempos de céu sempre aberto, só o carro-pipa salva. O que está garantindo água na casa de Maria Soares Mesquita, 55, e em outras sete moradas da comunidade chegou na última quinta-feira - para alegria da dona de casa, que garante: a água entregue ali é de qualidade. “A gente vê que é boa.”

A “garantia” da dona de casa, porém, não está refletida em relatório elaborado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Em maio, o órgão analisou 381 amostras de água de 28 municípios (os únicos que possuem carros-pipas cadastrados no sistema de informação e coletaram amostras) e concluiu que 60% das amostras estavam contaminadas: 18% (70) com a bactéria Escherichia coli e 42% (160) com coliformes totais.

O coordenador de Promoção e Proteção à Saúde do Estado, Manoel Fonsêca, cita que a má qualidade da água interfere na saúde. “Temos aumento de casos de diarreia. Infelizmente, a água ofertada (por carros-pipa) é de reservatório superficial, como açudes, que, normalmente, não são cercados, e as pessoas usam para outros fins”.

O Estado distribui hipoclorito de sódio para o tratamento domiciliar da água. Porém, cita a supervisora de Vigilância em Saúde Ambiental, Gláucia Norões, esse tratamento deveria ser complementar, não único. Solução para o problema, indicam Gláucia e Manoel, seria a aquisição de estações de tratamento de água móveis, equipamentos que tratam mesmo a água retirada de mananciais superficiais.

Enquanto não há estações móveis, as pastilhas de cloro devem ser utilizadas pelos pipeiros, frisa Manoel Fonsêca. Valmir Benevinut sabe disso. Pipeiro que deixou água, semana passada, para as casas da Dinamarca cearense, ele pega 8 mil litros d’água no rio Guaíra, em Santa Quitéria (porque “só tem de lá pra tirar”), e coloca duas “pedras de cloro” no tanque. “Aí vem limpando a água”, explica. “É bem tratada e a gente ainda filtra”, confirma o agricultor Francisco Tributino da Silva, 43, morador da localidade.

Enquanto acompanha o despejo da água na frente de casa, a dona de casa Maria agradece e sonha: “Graças a Deus tem pelo menos essa água. Estou pedindo a Deus que chegue o inverno e venha água pra gente.” Amém, dona Maria.


Fonte: Jornal de Hoje

Facebook

Contato | Esse é um formulário rápido para você

E-mail
Assunto
Mensagem
View EMP Engenharia's profile on LinkedIn

Escritório Administrativo:  Rua Veríssimo 198, sala 01 - Salgado Filho Cep: 30.550-270 - Belo Horizonte - MG | ÁREA RESTRITA